O mundo digital trouxe para nós a possibilidade de criarmos alternativas no processo de comunicação estabelecendo vários níveis nestas relações interativas, o mundo digital começa nos dedos de nossas mãos. Números contados nos dedos (digitus = dedo em latim), daí dígitos, digital. Um mundo traduzido em números e apenas dois números, seqüências de zeros e uns 100111100010011111101001011.
Um mundo convertido em bits (binary units), unidades mínimas de um sistema binário de numeração, - sim/não, ligado/desligado. Nosso entorno digitalizado é desmaterializado, fragmentado, tornado fluxo em redes telemáticas (telecomunicações + informática), armazenado em memórias eletrônicas, recriado e recombinado em múltiplas interfaces: telas de computadores, terminais de bancos, telinhas de celulares, ou mesmo em suportes mais antigos, como as telas dos cinemas ou o próprio papel.
Os efeitos especiais espetaculares das super-produções cinematográficas são produzidos digitalmente e muitos filmes são agora totalmente "rodados" em suporte digital (uma forma de dizer arcaica, sobrevivência de nosso imaginário mecânico, pois no fazer digital nada "roda"). Praticamente não existe hoje um só jornal no mundo que não seja inicialmente composto digitalmente para, só num segundo momento, ser impresso e circular como objeto sólido e material.
"O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Quase tudo
Mas ele é mudo
O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda
Mas ele não anda."
(Gilberto Gil)
(Postado por: Ana Carvalho)
Faz quase tudo
Quase tudo
Mas ele é mudo
O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda
Mas ele não anda."
(Gilberto Gil)
(Postado por: Ana Carvalho)
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